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A solidão  parece instalar-se e não  encontra o caminho de saída.

As experiências do passado têm um impacto intolerável no presente.

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Blog OnPsyCare

28 de março de 2025
Todos nós procuramos, de uma forma ou de outra, alcançar a felicidade. Ainda que os caminhos para lá chegar sejam distintos, e que o conceito de felicidade varie de pessoa para pessoa, há algo que nos une: o desejo de viver uma vida com sentido, preenchida por emoções positivas e relações significativas. No entanto, o medo — sobretudo o medo de sofrer — pode tornar-se um obstáculo silencioso que nos impede de avançar. Muitas vezes, a tentativa de evitar a dor conduz-nos à estagnação emocional. E é aqui que surge a pergunta: estaremos realmente a viver, ou apenas a sobreviver? O impacto do medo nas nossas escolhas É natural querer evitar situações que nos magoaram no passado. A rejeição, a perda ou a frustração podem deixar marcas profundas, e o instinto de proteção leva-nos frequentemente a evitar novas experiências semelhantes. No entanto, esta estratégia pode ser enganadora. Fugir daquilo que nos causa medo pode dar uma sensação momentânea de segurança, mas acaba por limitar a nossa capacidade de viver plenamente. O medo deixa de ser um mecanismo de defesa pontual e transforma-se numa prisão emocional, que nos impede de crescer, de nos conectar com os outros e de nos abrir a novas possibilidades. Zona de conforto: segurança ou bloqueio? A chamada zona de conforto pode ser, à primeira vista, um espaço seguro. É familiar, previsível, e parece proteger-nos do sofrimento. Mas viver constantemente dentro desses limites pode levar a uma vida monótona, sem espaço para descoberta ou realização pessoal. Viver implica riscos. Implica a possibilidade de falhar, de sofrer e de ser rejeitado — mas também implica a oportunidade de sentir alegria, amor, realização e pertença. São essas emoções intensas que dão profundidade à experiência humana. Evitar o sofrimento não elimina o medo É comum acreditar que, com o tempo, o medo desaparece se evitarmos o que o provoca. Contudo, na prática, a evitação tende a manter o medo ativo. A cada oportunidade recusada, reforça-se a ideia de que é perigoso tentar de novo, alimentando um ciclo difícil de quebrar. O caminho passa, muitas vezes, por enfrentar esses receios de forma gradual, com apoio adequado, permitindo ao corpo e à mente reconhecer que é possível voltar a viver experiências positivas, sem que estas resultem, inevitavelmente, em dor. É possível reaprender a viver A boa notícia é que é possível quebrar este ciclo. Com suporte psicológico e um ambiente seguro, cada pessoa pode (re)descobrir a sua capacidade de arriscar, de confiar e de se envolver. O processo pode ser desafiante, mas é também profundamente transformador. A terapia pode ajudar a identificar os padrões de evitação, compreender a origem dos medos e, acima de tudo, criar estratégias para voltar a viver com autenticidade e liberdade. Viver com medo é viver pela metade. É permanecer numa zona segura, mas emocionalmente limitada. Ao permitir-se sair dessa zona, por mais difícil que seja, abre-se a porta à possibilidade de construir uma vida mais rica, mais plena e mais alinhada com aquilo que realmente importa. Na OnPsyCare, acreditamos que cuidar da saúde mental é o primeiro passo para viver, e não apenas sobreviver.
Comportamentos que Não Deve Aceitar num Relacionamento
24 de fevereiro de 2025
Os relacionamentos saudáveis baseiam-se no respeito, na confiança e no compromisso mútuo. No entanto, por vezes, podem surgir padrões de comportamento prejudiciais que, se forem ignorados, podem comprometer a saúde emocional e o bem-estar de uma pessoa. Se está numa relação, é essencial reconhecer os sinais de alerta que indicam que algo não está bem. Aqui estão dez comportamentos que nunca deve aceitar num relacionamento. 1. Falta de respeito O respeito é a base de qualquer relação saudável. Se o seu parceiro desvaloriza as suas opiniões, critica constantemente as suas escolhas ou o trata com indiferença, isso é um sinal de alerta. Pequenos comentários depreciativos ou atitudes que o fazem sentir inferior podem, a longo prazo, afetar a sua autoestima e segurança emocional. 2. Falta de comunicação Uma comunicação aberta e honesta é essencial para resolver problemas e fortalecer a relação. Se o seu parceiro evita conversas sérias, responde com silêncio ou se recusa a discutir questões importantes, isso pode levar a mal-entendidos e ressentimentos acumulados. Uma relação saudável exige que ambas as partes se sintam ouvidas e compreendidas. 3. Falta de confiança Sem confiança, qualquer relacionamento torna-se frágil. Se há suspeitas constantes, verificações excessivas do telemóvel ou redes sociais, ou um medo constante de traição, isso pode indicar uma insegurança tóxica. A confiança deve ser construída e reforçada diariamente, não imposta à força. 4. Comportamento controlador O amor nunca deve significar perda de liberdade. Se o seu parceiro tenta controlar a forma como se veste, com quem fala ou para onde vai, isso é um comportamento alarmante. Relações saudáveis são baseadas na autonomia e no respeito pela individualidade de cada um. 5. Falta de esforço Uma relação bem-sucedida exige esforço de ambos os lados. Se apenas um dos parceiros está a tentar manter a relação viva, pode ser sinal de um desequilíbrio. O amor não deve ser unilateral; ambos devem estar dispostos a investir tempo e dedicação na relação. 6. Desonestidade Pequenas mentiras podem parecer inofensivas no início, mas a falta de transparência mina a confiança entre o casal. Seja por omitir informações importantes ou criar histórias falsas, a desonestidade compromete a segurança emocional da relação e pode levar ao seu colapso. 7. Falta de apoio Numa relação saudável, os parceiros apoiam-se mutuamente. Se o seu parceiro menospreza os seus sonhos, ignora os seus desafios ou não celebra as suas conquistas, isso pode ser um sinal de falta de empatia. Ter alguém ao seu lado que o incentiva e acredita em si faz toda a diferença. 8. Comportamento abusivo O abuso pode ser físico, emocional ou psicológico, e nenhuma forma dele deve ser tolerada. Se há agressões verbais, insultos, ameaças ou qualquer tipo de manipulação emocional, isso é um sinal claro de um relacionamento tóxico. O abuso nunca é justificável e procurar ajuda é fundamental. 9. Negligência emocional Todos temos necessidades emocionais e, num relacionamento, é essencial que ambas as partes se sintam valorizadas. Se o seu parceiro constantemente ignora os seus sentimentos, não demonstra interesse pelo seu bem-estar ou desvaloriza as suas emoções, isso pode ser um sinal de negligência emocional. 10. Infidelidade A infidelidade destrói a confiança e pode causar feridas emocionais profundas. Embora algumas pessoas consigam superar uma traição, o impacto emocional pode ser devastador. Se a fidelidade e o compromisso são importantes para si, a infidelidade pode ser um limite intransponível na relação. Se reconhece um ou mais destes comportamentos na sua relação, é essencial refletir sobre o impacto que estão a ter no seu bem-estar. O amor não deve ser sinónimo de sofrimento, e uma relação saudável é aquela em que ambas as pessoas se sentem seguras, respeitadas e valorizadas. Se sentir que precisa de apoio, não hesite em procurar ajuda profissional. A sua felicidade e saúde mental são prioridades.
Aceitação
Por Andreia Milhazes 13 de fevereiro de 2025
Quando falamos sobre aceitar todas as partes de nós , mesmo as mais difíceis ou de que menos gostamos, muitas vezes isto é confundido com o ato de nos conformarmos, de nos rendermos e desistirmos de mudar. No entanto, aceitar todas estas dimensões é o que nos permite realmente conhecê-las e perceber o que dizem sobre nós e sobre o que precisamos. Não conseguimos mudar aquilo que não conhecemos e, por isso, este processo de descoberta e aceitação é essencial para que possa existir transformação. Geralmente, quando alguém decide procurar terapia , vem com o objetivo de mudar as partes que menos gosta em si. Partes ansiosas que fazem sentir uma agitação constante; Partes perfecionistas e exigentes que não deixam descansar; Partes mais assustadas que trazem bloqueios; … A lista é imensa. Há sempre partes de nós de que não gostamos e que sentimos que “quando finalmente nos livrarmos disto, tudo ficará melhor.” Mas e se estas partes de si tiverem algo importante a dizer sobre o que está a sentir, sobre o que está a acontecer consigo neste momento? E se tentar compreendê-las fizer parte da solução que procura? E se, em vez de tentar eliminá-las, for importante perceber porque fazem parte de si? Eu sei, pode parecer insensato e contraproducente. Afinal, o que mais deseja é ver-se livre do sofrimento que tem sentido e estas partes também são motivo para estas emoções difíceis. No entanto, se elas podem fazer parte do motivo, não será importante tentar compreender o porquê de existirem? Muitas vezes, o foco em eliminar estas partes negligencia a informação que têm para nos dar. Queremos estratégias rápidas, queremos soluções, mas isto parece acalmar apenas por algum tempo, para logo regressar o desespero que conhece. Se se identificar com isto, fica aqui um convite. Da próxima vez que sentir uma destas partes a dominar dentro de si, questione-se: Onde sente esta parte no seu corpo? O que é que ela gostava que soubesse? Há alguma coisa que esta parte está a tentar fazer por si? Há quanto tempo é que ela existe? O que a preocupa? Como pode ajudá-la? O que precisa de si? Se não conseguir respostas, está tudo bem. Isto é bem mais difícil do que pode parecer. Quando voltar a sentir esta parte, procure experimentar novamente uma atitude de curiosidade e ver o que vai descobrindo sobre ela e sobre si. A terapia pode ser uma ferramenta crucial para esta descoberta.
15 de dezembro de 2024
Nesta fase de Natal somos inundados de imagens que apelam à família, à conexão com as pessoas que mais gostamos, ao criar de novas memórias felizes… mas e quando não é assim? E quando o Natal se torna um lembrete do que outrora partilhamos e que agora nos faz tanta falta? Tanta falta que dói. E dói tanto. Quando perdemos alguém importante, há certos datas que se tornam difíceis. Uma delas pode ser o Natal. Claro que recordamos a pessoa ao longo de todo o ano , claro que temos tantas coisas que nos trazem uma saudade imensa. No entanto, nestes dias, pode sentir que se torna tudo mais cinzento. Pode sentir que o dia passa lentamente, moendo por dentro . Muitas vezes, numa tentativa de ajudar, as pessoas à sua volta podem tentar puxar para que faça coisas diferentes, para que se distraia. Se for algo bom, ótimo, mas caso precise do seu espaço, permita-se fazê-lo também. Às vezes, podemos até sentir julgamento pela maneira como nos sentimos, como escolhemos passar o dia... mas é importante que se permita lidar com este dia da forma que lhe fizer mais sentido . Da forma que ajudar mais, dentro do possível, seja estar no seu espaço seguro, seja rodeando-se de pessoas que possam acarinhar a sua dor. Se ajudar, permita-se também homenagear esta pessoa que tanta falta lhe faz. Planeie com antecedência como pode fazê-lo. Se no dia não conseguir seguir o plano, está tudo bem. O luto é feito de ondas de diferentes emoções, num dia pode sentir-se conectado e feliz por tudo o que viveram e noutro dia sentir uma grande revolta por esta perda. Tenha um plano e, se nesse dia fizer sentido, relembre aquela pessoa através de um ritual como ver fotografias, ouvir uma música, ir a um local que tanto gostavam, ir ao cemitério, ver um por do sol... Chore, recorde, sorria, sinta a saudade que lhe aperta o peito. O amor é tanto que não desapareceu nem vai desaparecer por não ter a presença desta pessoa . Mas, embora esta dor não vá embora, pode aprender a conviver com ela. No seu tempo, da sua maneira, encontrará o conforto que precisa. “Sobreviver é uma prova de amor. É confirmar a verdade do vosso amor. É não permitir que a morte acabe com a vossa relação. Sobreviver é um protesto. É afirmar diante da vida e da morte que o vosso amor não acabará.” (Márcia Amorim) Este texto é inspirado no livro “Há vida no luto” de Márcia Amorim.
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Nunca pensei que falar com um psicólogo pudesse fazer tanta diferença. As sessões ajudaram-me a entender melhor os meus padrões de comportamento e a mudar aquilo que não me fazia bem.

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A OnPsyCare foi um lugar onde senti que podia ser eu mesma, sem julgamentos. A minha autoestima e confiança cresceram muito desde que comecei a terapia. Hoje, vejo a vida de forma mais positiva e estou grata por este percurso.

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A ansiedade estava a impedir-me de aproveitar a vida e de ter o desempenho que queria nos estudos. As sessões de terapia online na OnPsyCare ajudaram-me a gerir melhor os meus pensamentos e a alcançar objetivos que antes pareciam impossíveis.

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No início, não queria mesmo falar com ninguém sobre o que sentia. Achava que ninguém ia perceber. Mas na OnPsyCare encontrei um espaço onde posso ser eu próprio, sem medo de ser julgado.

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